COMO a ALIMENTAÇÃO pode ajudar na DEPRESSÃO?

COMO a ALIMENTAÇÃO pode ajudar na DEPRESSÃO?

Tristeza profunda, desânimo persistente, insônia ou dormir demais, sentimento de culpa ou desesperança, dificuldade de concentração, pensamentos de morte ou suicídio, baixa autoestima, angústia e ansiedade são alguns dos sintomas de depressão. Esta doença deve ser diagnosticada por um psiquiatra e o tratamento deve ser realizado em conjunto com psicoterapia.

Durante esses quadros é comum a sensação de falta de apetite ou desinteresse em comer e/ou preparar as refeições, no entanto, uma alimentação adequada é fundamental para melhora na disposição e melhora nos sintomas.

Dar preferência a alimentos em suas versões mais naturais e diversificar na oferta de frutas, legumes e verduras são dicas simples que por si só já colaboram com a saúde. Entretanto, existe alguns nutrientes que parecem ter maior influencia na fisiologia desta doença e podem precisar de uma atenção maior:

 

– Magnésio: Este mineral tem uma importante metabolismo de energia além de ter funções relacionadas a serotonina, neurotransmissor importante na regulação do humor e do sono. A banana, abacate, beterraba, quiabo, amêndoas e nozes são alguns dos alimentos com magnésio.

 

– Zinco: Encontrado na carne vermelha, leite e derivados, feijão, castanha de caju e amêndoas, este mineral exerce ação no sistema imune e nas função neurológica.

– Triptofano: Esse aminoácido (menor parte que forma uma proteína) é precursor da serotonina. Ele está presente em alimentos como o arroz integral, aveia, peixes, aves, semente de abóbora e linhaça.

 

– Ômega-3 e ômega-6: Presentes em peixes de água fria como salmão, arenque, sardinha e atum (ômega-3) e nos óleos vegetais (ômega-6), ambos estão presentes na formação das células do sistema nervoso.

 

– Vitaminas do complexo B: Mais especificamente as vitaminas B6, B9 e B12 são importantes na fabricação de alguns neurotransmissores. Elas são encontradas nas carne vermelha, leite e derivados, ovo, vegetais verdes escuros, feijão, lentilha, ervilha, frutas e nozes.

 

Ademais, é importante destacar que a alimentação entra como um complemento ao tratamento estabelecido pelo psiquiatra e o psicólogo.

 

Com amor,
Dra. Camila Castello
Nutricionista – CRN-3/53818

 

REF: Sezini, A. M., & do Coutto Gil, C. S. G. (2014). Nutrientes e depressão. Vita et Sanitas, 8(1), 39-57.

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